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 Revista Viração e Projeto Agente Jovem (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome)

HIV não existe.
É possível? Muitos acreditam que sim

02/fev -11h25

Juliana Lanzarini - Agência ViraJovem - O cientista holandês Wilhelm Gottschalk, que questiona a existência do HIV, esteve no Acampamento da Juventude do Fórum Social Mundial. Dr. Gottschalk é um dos mais destacados cientistas da visão dissidente da Aids e dedica seus estudos para questionar a existência do vírus e o mito existente a respeito da forma como é transmitido.

A palestra, promovida pela ONG gaúcha "Renascer: Promovendo a Saúde e a Vida", contou ainda com a presença de Eleonora Vacilotto, coordenadora do grupo.

Wilhelm denuncia as manipulações científicas, políticas e financeiras que sustentam os dogmas da csualidade viral, transmissibilidade e fatalidade do problema. "Questionamos a validade dos testes de diagnósticos, a toxidade dos medicamentos e apontamos outros fatores imonosupressores. Mostramos que há meios de atingir a saúde e a vida", explica Eleonora.

Segundo Wilhelm, a Aids não é um vírus. "Não é apenas uma doença, mas um amontoado de doenças", afirmou o cientista. De acordo com Elonora, não é possível compreender o pensamento desse grupo sem estudar o início do diagnóstico da doença. "Os primeiros casos que apareceram foram entre gays norte-americanos. Quando eles revindicaram tratamento para a nova doença que surgia, de repente veio o AZT. Encontaram uma forma de ganhar dinheiro", explicou a coordenadora do grupo.

Wilhelm explica que o AZT era uma droga já utilizada para tratar a leucemia, mas a alta toxina presente em sua composição fez com que o medicamento saísse de circulação. "Quando o movimento gay exigiu uma solução para o problema,o AZT ressurgiu", explicou o cientista. "Não estou dizendo que a Aids não exista, mas que eu mutos outos cientístas jamais vimos qualquer evidência de que o vírus exista", afirmou Wilhelm.

O caloroso debate trouxe questionamentos sobre a validade da afirmação quanto a inexistência da doença. Wilhelm explica que não há provas científicas de que se trate realmente de um vírus. "Quando apareceu a Aids não foram realizados artigos científicos que conformassem a existência da doença. Não há provas de que tenha sido feito o isolamento do vírus. A Aids é, na verdade, um novo nome para doenças antigas", explica.

Segundo as teorias do grupo dissidente, o medicamento desenvolvido para o tratamento do HIV foi criado para alimentar a indústria farmacêutica. O debate contou com a participação calorosa de soropositivos que acreditam na possibilidade da premissa apresentada pelo Dr. Gottschalk. Segundo afirmou Elelonora, a utlização dos medicamentos não faz com que o soropositivo tenha um aumento na qualidade de vida. Ela defende que o indíviduo tenha uma rotina de alimentação e cuidados com a saude para evitar a imonodeficiência.

"Sinto-me bem melhor desde que deixei de tomar o remédio. Tive cancer justamente por causa da medicação", contou Margarete Silva de Melo, representante da ONG Mão Unidas Pela Vida, do Rio Grande do Sul. Margarete conta que é soropositiva, mas que seu companheiro não foi contaminado. "Eu era usuária de drogas. Eu e meu companheiro tivemos muitas relações em preservativo. Por que ele não foi infectado?", questiona Margaret.

Para Dr Gottschalk a resposta é simples. "Não há um vírus em Margarete", respondeu. Como explicou o cientista, diferentemente da Aids, o Ebola é um vírus. "Normalmente um vírus quando surje causa inicialmente uma epidemia e depois estabeliza. Aconteceu isso com o Ebola, mas não com a Aids", explicou Wilhelm.
Sobre o posicionamento da Igreja Católica quanto a ineficácia do preservativo para a prevenção da doença, o cientista afirmou acreditar na premissa. "Se não podemos ver o vírus. Se não existem fotos eletromicroscópicas do vírus, é bem provável que possa haver contaminação mesmo que se utilizem preservatios", afirmou.

O grupo, no entanto, não defende a abolição do uso de qualquer método de prevenção. "Ao contrário, acreditamos que as pessoas soropositivas precisam e podem ter uma vida saudável e que os medicamentos antiretrovirais são uma máquina de fazer dinheiro do imperialismo norte-americano", explicou Eleonora.

"A camisinha, por exemplo, é um importante método de prevenção das DSTs que não pode ser descartado".

Sobre a busca pela cura da Aids, Dr Gottschalk explica: "Várias indústrias farmacêuticas abandonaram essa idéia porque sabem que o vírus não existe", concluiu.
 

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Agência ViraJovem de Notícias - Cobertura do V Fórum Social Mundial - Porto Alegre 2005
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