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O que a galera está achando do
Parapan?
Amanda Santos -
PAPOPAN* / Agência ViraJovem de Notícias -
17/08/2007 - 20h00 - A repórter Amanda Santos, de 17 anos, quis
saber
o que o público e atletas estão achando do Parapan, antes do jogo de
basquete em cadeira de rodas, no dia 15 de agosto, na arena Multiuso.
A galera botou a boca no trombone e falou sobre acessibilidade (facilidades
de acesso nas instalações), expectativas, críticas (sobrou até para a
alimentação disponível no Parapan) e o destaque dado pela imprensa para o
evento.
Diversidade é o que não faltou: atletas com ou sem deficiência, crianças,
adolescentes, religiosos e idosos deram sua opinião sobre o Parapan.
“O acesso foi tranqüilo, mas o banheiro está fora das normas de
adaptação, pois o vaso sanitário está mais baixo do que deveria e faltava
uma rampa para poder entrar na arena.
Sobre o transporte público, não posso opinar porque até agora só andei de
táxi. Tirando pequenos problemas estou satisfeito com as instalações do
Parapan”.
André Torres, 32 anos, cadeirante, é para-atleta de
natação e também trabalha com vendas
“Achei
estranho não ter nenhuma rampa de acesso para poder chegar à arena. Também
não gostei da alimentação, pois só havia lanches, nenhuma opção de saladas e
nem comidas mais naturais”.
Maria Esperança Torres, mãe de André

“Vim assistir ao jogo do Brasil com o Canadá. Gostei muito. Nunca havia
assistido a um jogo de basquete com cadeirantes. Acho que o acesso para
pessoas com deficiência está bom”.
Roberta Rodrigues Luiz, 12
anos,
estudante
“Nadei no dia 14 e fiquei em quarto lugar. Vou nadar na sexta (17 de
agosto) e acredito que vou subir ao pódio! Sobre o acesso para as pessoas
com deficiência, acho que está ótimo, com ônibus adaptados. A Vila do Pan
está ótima também”.
Anselmo Alves, 27 anos, nadador de Florianópolis,
atleta com deficiência
“Acho
importante um maior incentivo para o Parapan e me surpreendi com o número de
passeios escolares no local. Mas faço uma crítica: no Pan, as pistas na
linha amarela preparadas para o Pan foram deixadas de lado no Parapan”.
Graça Maria, noviça da
congregação
Sagrado Coração de Maria
“Estou aqui porque sou patriota e quero servir de exemplo para os jovens
que estão em casa sem fazer nada. Acho que o acesso para pessoas com
deficiência esta ótimo, eles dizem estar gostando e se
comunicam
com todos”.
Conceição Aparecida Hernandes, 47anos, voluntária
“Vim assistir os jogos e torcer pelo Brasil. O acesso esta sendo fácil,
não encontrei nenhuma dificuldade de locomoção nos espaços”.
Lorrany Magarão Andef, torcedora com deficiência
*PAPOPAN = Projeto
Autenticamente Protagonizado e Organizado Por
Adolescentes e jovens iNovadores
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